Em dezembro de 2023, o resultado foi de alta de 0,82%. Em janeiro de 2023, havia crescido 0,83%. No acumulado em 12 meses, está em 2,47%.
O IBC-Br, de frequência mensal, permite acompanhamento mais frequente da evolução da atividade econômica, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB), de frequência trimestral, descreve um quadro mais abrangente da economia, e deve ser divulgado em maio, pelo IBGE.
No acumulado em 12 meses até o primeiro mês de 2024, a alta foi de 2,47%, uma melhora em relação ao acumulado de 12 meses terminando em dezembro, quando estava em 2,45%. Há um ano, o acumulado em 12 meses estava em 3,00% e depois acelerou, mostrando o bom desempenho do 1º semestre da economia.
A desaceleração pôde ser vista na forte queda dos 3º e 4º trimestres, quando o acumulado em 12 meses atingiu sua mínima de 2023, com um crescimento de 2,26%. Logo após, novembro e dezembro ajudaram o IBC-Br a se recuperar, com a atividade econômica mais aquecida no final do ano.
O início de 2024 tem trazido revisões da estimativa do PIB para cima, com crescimento de 1,80% segundo o Boletim Focus, mas os dados de janeiro têm mostrado sinais trocados, com crescimento das vagas formais acima do esperado, mas atividade econômica mais fraca.