Parte relevante desse aumento é inflação, mas outra parte também importante é aumento real. Os estados melhor posicionados estão no Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Os piores no Nordeste e Norte.
O aumento real decorreu tanto do crescimento do PIB, ao redor de 2,2% no ano passado, quanto da queda na taxa de desemprego, que fechou 2023 em 7,8%. O dado mais importante, porém, deve ser estimado a partir do aumento de poder de compra da população que ajuda na renda real, descontada a inflação.
A queda da inflação foi importante para possibilitar reajustes e recuperações reais de renda. O Distrito Federal continua no topo da renda per capita domiciliar brasileira, em R$ 3.357,00, enquanto o Maranhão possui a menor, com R$ 945,00 mensais.
Segundo o IBGE, 3 Estados figuravam com menos de R$ 1.000,00 per capita em 2022 (Amazonas, Alagoas e Maranhão). Agora, somente o último (Maranhão). Distrito Federal (R$ 3.357,00), São Paulo (R$ 2.492,00) e Rio de Janeiro (R$ 2.367,00) são os líderes no ranking de rendimento per capita.
Os 3 últimos colocados foram Maranhão (R$ 945,00), Acre (R$ 1.095,00) e Alagoas (R$ 1.110,00). Alagoas teve crescimento acima da média brasileira, com 18,7%, deixando a penúltima para a antepenúltima colocação. Pernambuco saiu do 3º pior lugar para o 4º pior, embora tenha tido um crescimento de apenas 10,2%.