O homem deveria valorizar as criações de Deus
JUL 11, 2020
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Ⅰ Deus deixa que o homem gerencie tudo e que tenha comando sobre tudo. Mas o homem não pode manter as coisas como Deus criou. Ele fez o oposto; ele as destruiu. O homem moveu montanhas e retirou terra dos mares. Transformou planícies em desertos, onde não consegue viver. E nos lugares que viraram desertos, o homem colocou a indústria, arruinando tudo. Agora os rios não são mais rios e o mar não é mais o mar. A atitude do homem com as coisas deveria ser: valorizá-las, protegê-las, para usá-las com eficiência. O homem não pode existir separado do resto da criação. Por isso o homem deveria valorizá-las e protegê-las. Ⅱ Então, após o homem quebrar o equilíbrio do que Deus criou, o ambiente natural e suas regras, se aproxima o dia de sua morte e desastre. Esse dia está chegando e é inevitável. Quando esse dia chegar, o homem terá percebido o valor de tudo o que Deus fez por ele e sua importância. Viver numa terra de ventos e chuvas oportunas é como o paraíso. Mas o homem não reconhece essa bênção. Mas quando perdê-la, ele verá neste momento o quanto ela é rara e preciosa. A atitude do homem com as coisas deveria ser: valorizá-las, protegê-las, para usá-las com eficiência. O homem não pode existir separado do resto da criação. Por isso o homem deveria valorizá-las e protegê-las. Ⅲ Depois que ela se for, como recuperá-la, se Deus não quer intervir? Qual a solução do homem? Parar a destruição! Então, o ambiente pode voltar ao equilíbrio. Ponha um fim a toda essa destruição, pare o saque e a devastação. Fazendo isso, recuperaria todas as coisas criadas por Deus. Mas, se falhar, será pior para o ambiente de toda vida na terra, cuja destruição aceleraria com o tempo. A atitude do homem com as coisas deveria ser: valorizá-las, protegê-las, para usá-las com eficiência. O homem não pode existir separado do resto da criação. Por isso o homem deveria valorizá-las e protegê-las. Por isso o homem deveria valorizá-las e protegê-las. Adaptado de ‘O Próprio Deus, o Único VII' em “A Palavra manifesta em carne”
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