Fantasma da Serra, Avantesma da Lagoinha, Moça Fantasma e Maria Papuda: esses quatro assombrações não apresentam traços que não sejam relacionados a Belo Horizonte. Voltada para o futuro desde antes de sua fundação, a capital inaugurada em 1897 se autodestrói constantemente, numa busca por esconder o passado.
Guiada por poemas de Carlos Drummond de Andrade, a professora Heloisa Starling, do departamento de História da UFMG, constatou que esses fantasmas existem para impedir que BH esqueça suas origens e para nos ajudar a imaginar outros presentes e futuros. Conheça melhor essa história no episódio do podcast Tempo Hábil.