A impressão de que vivemos sempre o mesmo dia gera a sensação de um tempo estagnado. Por outro lado, o fato de já estarmos indo para o fim de agosto faz parecer que o tempo tem passado muito rápido, pra não dizer voando. O excesso de conteúdo na internet, a única forma que boa parte de nós tem de contato com o mundo, dá a impressão de que a todo momento estamos perdendo algo importante, correndo atrás do tempo.
Também não perdemos de vista o passado, o mundo pré-pandêmico, e ao mesmo tempo ansiamos pelo futuro, na angústia de quando (ou se) superaremos essa situação. Neste episódio, o historiador e professor da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) Rodrigo Turin reflete sobre todas essas questões.